Os óleos vegetais, obtidos através de plantas que a natureza oferece, são fonte de muitas vitaminas, nutrientes e propriedades essenciais para o funcionamento do corpo humano. Cada tipo de óleo tem uma função que pode melhorar o aspecto da pele, dos cabelos e até mesmo oferecer bem-estar em massagens. 

A maioria dos óleos vegetais que você conhece são aqueles aplicados à culinária, como o óleo de soja ou óleo de girassol. No entanto, existem outras opções de óleos com propriedade antiinflamatória, antibacteriana, antioxidante e muitos outros benefícios para o corpo. 

É por saber o potencial infinito da mãe-natureza que a NIVEA acredita na sustentabilidade e na preservação do meio ambiente. Ao promover ações sustentáveis, é possível garantir um futuro mais saudável e abundante para as próximas gerações aproveitarem tudo que a terra pode oferecer - como óleos vegetais.

Saiba mais sobre os óleos vegetais mais utilizados, seus benefícios e usos no blog NIVEA!

    O QUE É ÓLEO VEGETAL?

    O óleo vegetal é uma substância gordurosa extraída das plantas. Em geral, a fonte dos óleos vegetais é a semente, porém, também pode ser obtido a partir da polpa, casca, fruto e caule. Mas não se preocupe: as gorduras presentes nos óleos vegetais não fazem mal, pois são insaturadas e poli-insaturadas. 

    As gorduras insaturadas e poli-insaturadas são benéficas para o organismo e essenciais para o bom funcionamento celular. Elas são encontradas em peixes, oleaginosas, alguns tipos de frutas (como o coco e o abacate) e óleos vegetais. Seu principal benefício é a redução do colesterol ruim no corpo.

    COMO É DESENVOLVIDO O ÓLEO VEGETAL?

    A obtenção dos óleos vegetais envolve técnicas desenvolvidas por meio de tecnologia (máquinas) ou processos químicos. Ela pode ser feita com uso de solvente a quente ou a frio, ou pela compressão das sementes. Entenda um pouco mais cada processo: 

     1 - Extração com solventes

    O solvente mais comum para obter óleos vegetais é o hexano, normalmente usado com as oleaginosas. Os fatores que afetam a obtenção de óleos vegetais por solventes são o tempo, a pressão e a temperatura da extração;

    A extração a quente chega a temperaturas de 70ºC e é mais rápida, enquanto a extração a frio apresenta menos riscos de reações químicas, portanto, é mais segura. Vale lembrar que o tempo de extração afeta os custos do processo;

    2 - Compressão das sementes

    Nesse processo, as sementes, frutas e grãos são esmagados por uma prensa para liberar o óleo presente nelas. É considerada uma técnica mais limpa, eficiente e economicamente viável. Porém, nem todos os óleos podem ser obtidos dessa forma;

    O método de compressão ou prensagem é normalmente utilizado com matérias-primas mais delicadas, como a azeitona para obtenção do azeite de oliva. Após a extração, o óleo vegetal passa por alguns processos de refinamento para chegar no aspecto, textura e cheiro que conhecemos. Dentre esses processos, estão a clarificação (para branqueamento) e a desodorização (para remoção de odores).

    BENEFÍCIOS DOS ÓLEOS VEGETAIS

    1 - Combater o colesterol

    Combater o colesterol ruim do corpo é apenas um dos muitos benefícios dos óleos vegetais. Você se lembra da pirâmide nutricional? No topo dela, estão os óleos e as gorduras. Isso significa que óleos vegetais devem fazer parte de uma dieta balanceada, pois o corpo precisa do que eles têm a oferecer.

    2 - Oferece nutrientes que o corpo não produz e ajudam na absorção de vitaminas

    Um dos benefícios dos óleos vegetais é oferecer nutrientes que o corpo não produz. Esse é o caso do ômega 3 e do ômega 6. Em adição, os óleos vegetais também ajudam na absorção de vitaminas solúveis em gorduras, como é o caso da vitamina A, vitamina E e vitamina K. 

    3 - São antioxidantes

    Alguns tipos de óleos também atuam como antioxidantes no corpo. Isso significa que eles ajudam a prevenir a oxidação das células, principal causa do envelhecimento celular. Além disso, por serem ricos em ácidos graxos insaturados, os óleos vegetais também ajudam a prevenir doenças cardiovasculares

    4 - Cuida da pele

    Para a pele, os óleos vegetais ajudam a combater o estresse oxidativo, prevenindo o envelhecimento precoce. Alguns tipos de óleos oferecem hidratação e nutrição, além de melhorar a textura da pele deixando ela mais macia e suave.

    5 tipos de óleos essenciais poderosos

    Quais óleos oferecem esses benefícios? Como eles agem na nossa pele e no organismo? Confira essas e outras respostas com 5 tipos de óleos diferentes que a NIVEA ajuda você a decifrar.

    1 - ÓLEO DE ABACATE

    O abacate é uma fruta muito usada na hidratação corporal, rica em ácidos graxos monoinsaturados, antioxidantes e vitaminas. Para extrair seu óleo, a matéria-prima utilizada é a polpa de abacate. O óleo de abacate tem propriedades bactericidas e anti-inflamatórias, o que o torna um grande aliado contra a acne.  

    Isso acontece por conta de uma propriedade do abacate chamada beta-sitosterol. Essa substância é muito parecida com o colesterol humano mas, por ter uma composição diferente, é capaz de bloquear a absorção do colesterol pelo intestino. 

    Com isso, é possível evitar doenças do coração causadas pelo colesterol, além de prevenir a diabetes tipo 2 e algumas condições da próstata. O abacate também tem alta concentração de vitamina A e vitamina E, sendo essa última um antioxidante importante para o organismo.

    2 - ÓLEO DE JOJOBA

    Nativa dos Estados Unidos e do México, a jojoba é uma espécie de arbusto que nasce em regiões áridas. Sua fruta produz um óleo vegetal muito utilizado nos cuidados com a pele, pois é uma opção de hidratação que não deixa a pele oleosa. Ele é extraído da semente da planta através de prensagem a frio

    O óleo de jojoba é um ingrediente que contém vitamina E, vitamina B e minerais como zinco, iodo, cromo, cobre e selênio. Porém, seu componente mais abundante é a ceramida, um tipo de lipídio (gordura) que ajuda a fortalecer as barreiras da pele contra agentes externos e previne a perda de água, mantendo a hidratação. 

    Para cosméticos, a principal função do óleo de jojoba é o controle da produção de sebo na pele, sendo muito indicado para quem tem pele oleosa. Na indústria em geral, é utilizado na confecção de lubrificantes, velas, sabão e até pneus.

    3 - ÓLEO DE ROSA MOSQUETA

    A rosa mosqueta é uma planta encontrada na região dos Andes, no Chile. Das suas sementes é extraído o óleo de rosa mosqueta, rico em vitamina C. Tal como a vitamina E, a vitamina C também é um poderoso antioxidante e ajuda a combater os radicais livres na pele e, assim, prevenir o envelhecimento.

    O óleo de rosa mosqueta é indicado para pele seca e pele ressecada, pois contém dois ácidos graxos essenciais: o ácido oleico e o ácido linoleico. Juntos, eles ajudam a reduzir inflamações na pele e têm ação antissinais, reduzindo a aparência das rugas e linhas de expressão

    Além dos ácidos, o óleo de rosa mosqueta também é rico em vitamina A, que contribui com a regeneração da pele. Por isso, é indicado para reduzir a aparência de cicatrizes, tratar queimaduras e algumas dermatoses na pele, como a psoríase. Ele também pode ajudar no clareamento de manchas na pele.

    4 - ÓLEO DE COCO

    O óleo de coco é uma substância obtida a partir da polpa de coco. Quando usado um coco fresco, o óleo é considerado extra virgem. Do coco seco, por outro lado, vem o óleo refinado

    Trata-se de um óleo rico em ácidos graxos, bastante gorduroso, também utilizado na culinária como substituto de margarinas e óleos. Porém, é recomendada cautela no consumo oral de óleo de coco, pois exageros podem aumentar o nível de colesterol e triglicérides tanto quanto as gorduras que ele substitui. 

    Para cosméticos, o óleo de coco tem propriedades emolientes. Isso significa que ele amolece a pele e age como hidratante e demaquilante. Ele também ajuda a tratar doenças que envolvam o ressecamento brusco da pele, como a dermatite atópica

    Na higiene bucal, o óleo de coco ajuda a combater a gengivite e a placa bacteriana quando combinado com um enxaguante bucal apropriado. Apesar de todos os benefícios do óleo de coco, existem ainda estudos inconclusivos sobre sua eficácia para tratar alguns tipos de doenças.

    5 - ÓLEO DE AMÊNDOA

    A amêndoa não é apenas um tipo de oleaginosa usado em doces e sobremesas. Das suas sementes, é extraído um óleo vegetal com muitas propriedades benéficas para a pele. Essas sementes podem ser de amêndoas doces ou amêndoas amargas, cada uma com um tipo de óleo diferente. 

    Óleo de amêndoas doces

    O óleo de amêndoas doces é utilizado para hidratar a pele e melhorar sua elasticidade, sendo recomendado para evitar estrias na gravidez. Ele também é recomendado para pele seca, lidando diretamente com descamação ou ressecamento. Sua ação hidratante é tão suave que pode ser usada em pele de bebê

    Além disso, o óleo de amêndoas doces também é rico em vitamina E, oferecendo sua propriedade antioxidante para combater o envelhecimento na pele.

    Óleos de amêndoas amargas

    Já o óleo de amêndoas amargas tem outro tipo de aplicação. Ele é mais tóxico e tem propriedades vermífugas, sendo recomendado contra bactérias e fungos. Quando aplicado na pele em pequenas quantidades, sua função não é cosmética, mas curativa para pequenas infecções. 

    O óleo de amêndoas amargas também é comumente utilizado como aromatizador de ambiente, pois seu aroma de frutas secas é agradável. Nesse caso, ele deixa de ser um óleo vegetal e se torna um óleo essencial.

    ÓLEO VEGETAL: PARA QUE SERVE

    Já vimos que a aplicação dos óleos vegetais na pele tem benefícios para combater o envelhecimento, deixar sua pele bonita, hidratada e macia e até mesmo lidar com algumas doenças dermatológicas. No entanto, as funções do óleo vegetal vão um pouco mais além. Ele pode ser usado para: 

    • Culinária;
    • Fazer massagens;
    • Cuidados com o cabelo. 

    Para ampliar seus conhecimentos sobre óleos vegetais, vamos falar um pouco mais sobre cada uma dessas aplicações. Confira!

    ÓLEO VEGETAL PARA COMIDA

    A culinária é uma das áreas mais influenciadas pelo uso de óleos vegetais. Existem várias opções que podem ser escolhidas por conta de fatores regionais, hábitos de saúde ou até mesmo preferências gastronômicas

    No nordeste brasileiro, por exemplo, utiliza-se um óleo vegetal bastante regional conhecido como azeite de dendê. Também chamado de óleo de palma, este azeite tem vitamina A e vitamina E, atuando diretamente sobre a saúde da pele e dos olhos. Ele também melhora o sistema imunológico por conter ômega 6. 

    Em geral, os óleos vegetais mais comuns na culinária são: 

      • Óleo de soja: O óleo vegetal mais acessível, muito comum na cozinha dos brasileiros. Extraído do grão da soja, é um bom óleo vegetal para fritura por ter um ponto de fumaça alto e aguentar temperaturas mais elevadas;
      • Óleo de girassol: Produzido a partir das sementes de girassol, é o óleo que mais mantém as características dos alimentos. Por essa razão, é utilizado em conservas de carnes, peixes e alguns legumes. Não é recomendado para frituras por não ter um ponto de fumaça tão alto;
      • Óleo de canola: Em termos financeiros, o óleo extraído da semente da flor de canola é mais caro por se tratar de um óleo nobre. Isso acontece porque sua taxa de gordura saturada é menor em comparação aos demais e tem alto valor nutricional. É recomendado para grelhados e refogados. 
      • Óleo de linhaça: Um óleo mais sensível, que precisa ser armazenado em local fresco e escuro. Ele não pode ser aquecido, por isso, é recomendado para temperar saladas e pratos crus. O óleo de linhaça também contém lignanas, compostos vegetais que ajudam a prevenir alguns tipos de câncer, como o câncer de mama;
      • Óleo de milho: Apesar de ser um óleo mais calórico, ele tem baixo teor de gorduras saturadas. O óleo de milho é bastante utilizado pela indústria alimentícia, principalmente na panificação e na confeitaria para o preparo de doces e massas;
      • Óleo de algodão: É o óleo mais escolhido entre os restaurantes por manter suas propriedades nutricionais mesmo após fervido. Extraído das sementes de algodão, entrega bons resultados em frituras e pratos em geral. É bastante utilizado pela indústria alimentícia para o preparo de maioneses, molhos para salada e marinados. 
      • Óleo de gergelim: Obtido por meio das sementes de gergelim, é um óleo muito comum na culinária asiática, bastante resistente à oxidação. Ele empresta ao prato seu aroma característico e sabor marcante. O óleo de gergelim está presente em pratos típicos como yakissoba e o guioza;   
      • Azeite de oliva: Por último, o azeite de oliva é um óleo vegetal obtido a partir do processamento das azeitonas. Muito usado em saladas e pratos crus, é rico em vitamina A, vitamina K e protege as mucosas do estômago e do intestino. Sua versão mais saudável é o azeite extravirgem, pois contém apenas azeitonas e não é misturado com outros óleos. Recomenda-se não fritar o azeite de oliva, pois ele pode queimar e se transformar em gordura saturada. 

    É sempre importante escolher o seu óleo vegetal para cozinhar levando em consideração a marca e a qualidade do produto. Como a maioria dos óleos são refinados, eles podem conter aditivos químicos e impurezas que fazem mal ao organismo. Além disso, lembre-se de consumir óleos vegetais com moderação.

    ÓLEO VEGETAL PARA MASSAGENS

    Lembra de todos os benefícios dos óleos vegetais para a pele? Agora, imagine adicionar a isso a sensação de relaxamento e bem-estar proporcionada pela massagem? É por essa razão que os óleos vegetais são utilizados cada vez mais por massagistas e entusiastas dessa prática revigorante. 

    É importante escolher o óleo de massagem de acordo com o tipo de pele da pessoa massageada. Para pele oleosa, o óleo de jojoba é o mais indicado. Ele tem uma textura bastante similar ao óleo natural da pele, portanto, é facilmente absorvido pelo corpo e não deixa aquela sensação pegajosa após a massagem. 

    Já para pele seca, o ideal é usar o óleo de rosa mosqueta. Ele também tem ação antissinais e ajuda na cicatrização da pele, além de ajudar no clareamento de manchas

    O óleo de amêndoas doces promove sensação de suavidade na pele, oferece hidratação e reduz a aparência dos danos causados pelo sol. Em bebês, o óleo de amêndoas doces é recomendado por ser hipoalergênico e aliviar as cólicas.

    Um outro óleo vegetal interessante para massagem é o óleo de rícino. Ele é extraído de uma planta chamada mamona, sendo também conhecido como óleo de mamona. O óleo de rícino tem ação anti-inflamatória e analgésica, atuando como relaxante muscular nas massagens relaxantes.

    ÓLEO VEGETAL PARA O CABELO

    O uso de óleos vegetais para o cabelo é uma alternativa mais saudável e sustentável para manter a beleza e maciez dos fios. Como são substâncias naturais, os óleos agem sem danificar o cabelo ou deixar resíduos químicos na sua pele. 

    Na categoria de frutas, por exemplo, o óleo de abacate ajuda na nutrição e hidratação dos fios. É recomendado para cabelos ressecados e fracos, pois ajuda a devolver a maciez e o brilho. O óleo de coco também faz tudo isso e ainda ajuda a prevenir a caspa e outras infecções no couro cabeludo. 

    Para queda de cabelo, o óleo de rícino é bastante usado. Ele não somente reduz a queda, como estimula o crescimento de novos fios. O cabelo cresce mais forte e hidratado, reduzindo também as pontas duplas. 

    Se o seu problema com os cabelos costuma ser o frizz, o óleo de argan pode ser seu maior aliado. Extraído de uma planta que só cresce no Marrocos, o óleo de argan também protege o cabelo contra os danos causados pelo sol e por produtos químicos e previne o envelhecimento precoce do cabelo.

    DIFERENÇAS: ÓLEOS ESSENCIAIS E VEGETAIS

    O uso de óleos vegetais para o cabelo é uma alternativa mais saudável e sustentável para manter a beleza e maciez dos fios. Como são substâncias naturais, os óleos agem sem danificar o cabelo ou deixar resíduos químicos na sua pele. 

    Na categoria de frutas, por exemplo, o óleo de abacate ajuda na nutrição e hidratação dos fios. É recomendado para cabelos ressecados e fracos, pois ajuda a devolver a maciez e o brilho. O óleo de coco também faz tudo isso e ainda ajuda a prevenir a caspa e outras infecções no couro cabeludo. 

    Para queda de cabelo, o óleo de rícino é bastante usado. Ele não somente reduz a queda, como estimula o crescimento de novos fios. O cabelo cresce mais forte e hidratado, reduzindo também as pontas duplas. 

    Se o seu problema com os cabelos costuma ser o frizz, o óleo de argan pode ser seu maior aliado. Extraído de uma planta que só cresce no Marrocos, o óleo de argan também protege o cabelo contra os danos causados pelo sol e por produtos químicos e previne o envelhecimento precoce do cabelo.

    ÓLEOS VEGETAIS: SAÚDE E SUSTENTABILIDADE

    Para finalizar, vamos falar um pouquinho sobre sustentabilidade: um assunto que está intimamente ligado aos óleos vegetais. Para podermos continuar aproveitando os benefícios que as plantas, frutas e oleaginosas têm a oferecer, é preciso pensar de forma sustentável. 

    Esse é um dos princípios norteadores da NIVEA. Acreditamos que cuidando da natureza e devolvendo na mesma medida em que pegamos emprestado, estamos contribuindo para que as gerações futuras também tenham esse tipo de acesso. Assim, produtos como óleos vegetais podem continuar fazendo parte do nosso dia a dia. 

    Além disso, é importante pensar na sua saúde enquanto consumidor de óleos vegetais. Apesar de todos os benefícios que eles oferecem, é necessário ter moderação (principalmente na culinária) e saber quais são as contraindicações desse tipo de alimento.

    RISCOS DE USAR O ÓLEO VEGETAL

    Na gastronomia, alguns óleos vegetais tem altas concentrações de gorduras saturadas, como é o caso do óleo de coco e do azeite de dendê. Essas gorduras podem aumentar os níveis de colesterol ruim no corpo quando consumidos em excesso. 

    Além disso, os óleos vegetais de modo geral são alimentos com alto índice calórico. Quando consumidos sem moderação, podem ocasionar ganho de peso. Em alguns casos, algumas pessoas desenvolvem reações alérgicas a alguns tipos de óleo. Por isso, é necessário ter cautela. 

    Com relação ao armazenamento dos óleos, é preciso tomar muito cuidado com a exposição dos óleos à luz, calor e ar. Eles podem oxidar ou ficar rançosos, o que torna essas substâncias impróprias para o consumo. Além disso, procure sempre adquirir óleos vegetais orgânicos para evitar alterações químicas e toxinas. 

    Na pele, alguns óleos vegetais contêm substâncias químicas agressivas para prolongar seu tempo de uso e rendimento. Um exemplo desse tipo de elemento é o conservante parabeno. Dependendo da concentração desses agentes, eles podem ser nocivos à saúde. Consulte seu médico dermatologista antes do uso.  

    COMO DESCARTAR O ÓLEO VEGETAL?

    O descarte correto do óleo vegetal é muito importante para a preservação do meio ambiente e manutenção da sustentabilidade. Isso porque apesar de ser uma substância biodegradável, o contato do óleo vegetal com a natureza pode causar uma série de impactos sócio-ambientais. Alguns exemplos são: 

    • Poluição dos lençóis freáticos;
    • Contaminação do solo;
    • Proliferação de animais transmissores de doenças;
    • Entupimento da rede de esgotos;
    • Impermeabilização do solo.  

    A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) revela que 1 litro de óleo pode contaminar 25 mil litros de água. Por essa razão, em 2012, a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE) fez um acordo com o governo para o descarte correto desses líquidos. 

    Juntamente com representantes de baterias e filtros automotivos, a ABIOVE se responsabilizou por organizar postos de coleta espalhados pela cidade para o descarte sustentável do óleo vegetal. Portanto, não despeje seu óleo na pia ou no vaso sanitário: procure um posto de coleta próximo a você

    Quer mais dicas de como cuidar da sua pele e da natureza do jeito certo e com muito amor e carinho? Acompanhe o blog NIVEA! Deixe nos comentários suas dúvidas e o que você achou das dicas.

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